ADEMI na Imprensa

Anteprojeto é recebido com críticas e elogios

O Globo, 12/Abr

Ademi diz que preço de imóveis no Leblon tende a aumentar

O anteprojeto do novo Plano Diretor do Rio, que está sendo discutido no Conselho Municipal de Política Urbana (Compur), dividiu a opinião de lideres comunitários e de associações de classe. Para o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, a proposta da outorga onerosa (em que o proprietário pagaria uma taxa à prefeitura para ocupar até o limite máximo do terreno) provocará uma explosão nos preços dos imóveis no Leblon.

- Trata-se de mais um tributo, mais um insumo. Ninguém ganha nada com isso. A prefeitura deveria facilitar o crescimento da cidade e não criar obstáculos - diz Rubem.

O presidente da Associação de Moradores e Amigos do Leblon, João Fontes, elogiou a proposta da prefeitura de diminuir o adensamento do bairro, com a redução do índice de aproveitamento de área (TAA), mas criticou a idéia da taxa:

- O Leblon já está no limite máximo. Com a taxa, haverá uma supervalorização dos imóveis, ao passo que o investimento no bairro é nenhum.

A proposta do novo Plano Diretor de incentivar o adensamento da Barra da Tijuca causa preocupação ao presidente da Câmara Comunitária da Barra, Delair Dumbrosck:

- Antes de discutir o IAA, temos de pensar em restringir as construções. Enquanto não tivermos transporte e saneamento, há o risco de a Barra virar um caos, como já ocorreu em outros bairros. No momento, precisamos de infra-estrutura.

Já o presidente da Sociedade dos Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães, elogiou as propostas do anteprojeto:

- É bom botar um freio na especulação imobiliária nos bairros da Zona Sul.



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Matéria impressa a partir do site da Ademi Rio [http://www.ademi.org.br]