No dia 5 de setembro, a ADEMI-RJ, o Sinduscon-Rio e a União Nacional da Construção (UNC) apresentaram a seus associados e aos representantes do setor o documento "A construção do desenvolvimento sustentado". Após as eleições, será formado um grupo de trabalho para elaborar um projeto de incremento a ser entregue aos parlamentares.">
 
 

Painel Imobiliário

Encontro no Sinduscon-Rio mostra força do setor de construção

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No dia 5 de setembro, a ADEMI-RJ, o Sinduscon-Rio e a União Nacional da Construção (UNC) apresentaram a seus associados e aos representantes do setor o documento "A construção do desenvolvimento sustentado" contendo propostas da cadeia produtiva aos candidatos à Presidência da República. Logo após as eleições, as entidades pretendem formar um grupo de trabalho para elaborar um projeto de incremento do setor a ser entregue aos parlamentares.

O evento aconteceu na sede do Sinduscon-Rio e teve palestra de Paulo Safady Simão, presidente da CBIC - Câmara Brasileira da Indústria da Construção e coordenador da UNC. A mesa de discussão foi mediada pelo presidente do Sinduscon-Rio, Roberto Kauffmann, que convidou como debatedor o presidente da ADEMI-RJ, Márcio Fortes.

"Estamos cansados de ver nossa participação na economia brasileira ser vendida de maneira equivocada. Queremos aproveitar essa oportunidade de mostrar o documento aos candidatos e fazer nosso país crescer. Para o Brasil obter o desenvolvimento sustentado, 65% dos esforços do próximo presidente terão que levar em conta nosso setor", afirmou Simão.

Para a ADEMI-RJ, o estudo mostra de forma organizada onde o setor quer chegar e trata-se de uma oportunidade de começar a construir quase do zero um projeto nacional. Ainda segundo a entidade, o documento representa uma proposta concreta e não uma simples reivindicação.

O documento "A construção do desenvolvimento sustentado" foi desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e serve de base para a UNC comprovar que é possível colocar o Brasil entre os 50 países com melhor desempenho de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), à frente de países como o México, por exemplo. Atualmente, ocupamos o 63º lugar, com IDH igual a 0,792.

No evento, Simão defendeu ainda a necessidade de investimentos da ordem de R$ 30 bilhões por ano em infra-estrutura e o estímulo para que a iniciativa privada produza novas moradias renderão resultados positivos para o próximo governo. É o caso do aumento da taxa de formação bruta de capital - conjunto dos investimentos na capacidade produtiva da indústria - com relação ao PIB (Produto Interno Bruto), que subirá de 19,9% - índice de 2005 - para 21,4%.

Com isso, serão observados, entre 2007 e 2010, a criação de 877 mil novos postos de trabalho, o que equivalerá à expansão de 1,1% do emprego no país, e os impostos e contribuições arrecadados poderão ter aumento de R$ 10,1 bilhões.



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Matéria impressa a partir do site da Ademi Rio [http://www.ademi.org.br]