ADEMI na Imprensa

E ainda pode melhorar...

Veja Rio, Informe, 02/set


O Rio de Janeiro está imune à onda de pessimismo que insiste nos prognósticos cada vez mais catastróficos para o futuro da economia mundial. Enquanto pesquisas, previsões e análises falam em retração, a palavra ideal para definir o atual momento da cidade é expansão. O Rio cresce rapidamente e, numa das frentes desse crescimento, o setor imobiliário tem feito com louvor a sua parte. Se o primeiro semestre se mostrou acanhado, a partir de agora os resultados começam a deslanchar com a chegada ao mercado da maior parte do total de 20 mil lançamentos previstos para este ano. Os números são próximos aos de 2011, quando se alcançou a marca recorde de 25 mil novas unidades.

Os números traduzem o bom momento do setor. Duas das principais imobiliárias preparam o lançamento de 15.168 unidades no mercado até dezembro, com robusto VGV em torno de R$ 8,7 bilhões.

De acordo com o vice-presidente da ADEMI, Luiz Fernando Moura, o setor imobiliário tem dado provas de solidez em 2012, repetindo o excelente desempenho do ano passado.

- O comportamento do mercado se mostra consistente. Apesar de a maioria das capitais brasileiras ter desacelerado o ritmo de lançamentos, o Rio reage de forma peculiar e continua teimosamente em crescimento. O forte desenvolvimento econômico do Rio e os investimentos em infraestrutura e segurança colaboraram bastante para a formação desse quadro positivo na capital fluminense. E a tendência é de que os bons ventos sigam soprando também nos próximos anos - prevê. 

Segundo Moura, hoje uma das maiores dificuldades do setor está em manter suas margens, sem aumentar o preço final. Ele diz que, entre outros elementos desencadeados, a principal origem da pressão se encontra nos custos da construção:

 - Em médio prazo, a solução está na redução dos valores dos terrenos. Hoje isso já começa a ser observado nos negócios que têm sido realizados, não só em relação aos preços, mas também às condições. As aquisições de terreno ocorrem, quase que integralmente, em sistema de permuta total por unidades a serem construídas no próprio terreno. 

Outras questões cruciais para sustentar o ritmo de crescimento do setor imobiliário são a capacitação de mão-de-obra - cuja formação ainda está defasada em todo país - e a implantação de novos métodos construtivos. Antiga bandeira da ADEMI, a combinação da modernização tecnológica dos canteiros de obra com qualificação profissional vai imprimir maior rapidez à construção, evitando os temidos gargalos, atendendo à forte demanda, promovendo redução de custos das obras e, finalmente, colaborando com a preservação do meio ambiente.  



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Matéria impressa a partir do site da Ademi Rio [http://www.ademi.org.br]