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Reforma pode dobrar investimentos, diz ministro

O Globo, João Sorima Neto e Patrick Brock, 11/abr

O volume de investimento estrangeiro no país pode dobrar coma reformada Previdência, estimou ontem o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas. Ele conclamou empresários e investidores a defenderem a aprovação, afirmando que a responsabilidade não é só do presidente Jair Bolsonaro ou do Congresso.


- A iniciativa privada tem que ser protagonista. Os governos agem por provocação, e isso agente esperado setor privado, para romper um ciclo vicioso. Coma aprovação da reforma, vamos ter players despejando dinheiro. Temos projetos bons e escala - disse Freitas ontem no Fórum Infraestrutura e Desenvolvimento, organizado pelo jornal Valor Econômico com a Camargo Corrêa Infra e a Intercement.

Em 2018, os investimentos diretos no país atingiram US$ 88,3 bilhões, ou 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB). O aumento desse fluxo provocado pela reforma poderia gerar um impacto positivo de até 1,5 ponto no PIB, calcula o ministro. Ele vê interesse do mercado nos ativos a serem oferecidos nos próximos leilões de concessão, como a nova rodada de 22 aeroportos. E disse que a desestatização dos portos começará pela Companhia Docas do Espírito Santo.


- O que falta agora é o gesto. É aprovar a reforma da Previdência, afastando o risco de insolvência do país. Por isso, a articulação para a aprovação da reforma cabe a todos.

Em evento da XP Investimentos sobre os cem primeiros dias do governo Bolsonaro, em Nova York, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, defendeu mais medidas para cumprir o teto de gastos:


- Cortar 2% do PIB em gastos em quatro ano sé muito difícil. Por enquanto, teremos que controlar o crescimento do salário mínimo. Se controlarmos gastos com funcionalismo e fizermos a reforma, acho que conseguiremos cumprir o teto - afirmou.


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