Hoje na Imprensa

Alta no juro de longo prazo pode forçar ajuste na bolsa

Valor Econômico, Finanças, 15/jun

A disparada dos juros de longo prazo sugere que a bolsa deve continuar o movimento de ajuste. Como essas taxas são um dos principais componentes para se calcular o preço justo das ações, é natural que o investidor exija um desconto maior para entrar no mercado de renda variável. A percepção é de que, pelo menos no curto prazo, não há espaço para uma recuperação. Há quem aposte em uma piora adicional do Ibovespa.

Receita supera previsão e alivia meta fiscal

Valor Econômico, Ribamar Oliveira, 15/jun

Mesmo com a greve dos caminhoneiros, a receita da União em maio ficou cerca de 20% acima da previsão que consta do último decreto de programação orçamentária e financeira (9.390/ 2018), de acordo com fontes da área econômica. O resultado causou euforia nos principais gabinetes do governo, porque reforça a expectativa oficial de que não haverá dificuldade para o cumprimento da meta fiscal deste ano.

Mesmo com US$ 5 bilhões do BC, dólar avança 2,6%, a R$ 3,812

O Globo, Ana Paula Ribeiro, 15/jun

Mesmo com a atuação firme do Banco Central (BC), que injetou cerca de US$ 5 bilhões em contratos de swap cambial, o dólar fechou com forte alta ontem. A moeda americana avançou 2,61%, a R$ 3,812, em linha com o movimento externo. Os juros no mercado futuro também subiram com força, e os investidores já esperam uma elevação da Taxa Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na semana que vem.O Ibovespa, índice de referência do mercado acionário, por sua vez, recuou 0,97%, aos 71.421 pontos.

Governo pretende leiloar aeroportos até o fim do ano

Valor Econômico, Rafael Bitencourt, 14/jun

O governo federal mantém a previsão de realizar o leilão de concessão de três blocos de aeroportos no Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste deve ainda este ano, até o fim da primeira quinzena de dezembro. A expectativa foi passada ontem pelo secretário de Articulação de Políticas Públicas do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Pedro Bruno de Souza.

EUA sobem juros, e BC atua para conter alta do dólar no Brasil

O Globo, Ana Paula Ribeiro, 14/jun

No dia em que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) elevou os juros no país e sinalizou que deve haver mais duas altas este ano - uma a mais que o anteriormente projetado -, o Banco Central (BC) injetou US$ 4,5 bilhões no mercado de câmbio para conter a alta do dólar. Tradicionalmente, altas de juros nos Estados Unidos são má notícia para os emergentes porque diminuem a diferença entre as taxas dos dois países, o que tende a fazer com que os investidores canalizem seus recursos para mercados considerados mais seguros.

 
 
 
 

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