Hoje na Imprensa

Venda da Cedae complica e busca-se 'plano B'

Folha de São Paulo, Taís Hirata, 17/ago

A Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) dificilmente será privatizada, ao menos não da forma como está previsto no contrato de recuperação fiscal do estado. A venda da companhia é uma das exigências aceitas pelo Rio de Janeiro ao aderir, em 2017, ao regime de recuperação fiscal, que garantiu a suspensão dos pagamentos de dívidas com a União.

Incerteza eleitoral volta a pesar sobre mercado de ações e dólar

O Globo, Ana Paula Ribeiro e João Sorima Neto, 17/ago

O cenário externo até deu um alívio, com o anúncio da retomada da negociação comercial entre China e Estados Unidos, mas rumores eleitorais levaram a Bolsa brasileira a zerar os ganhos inicialmente obtidos e puxaram a cotação do dólar comercial. O Ibovespa fechou em queda de 0,34%, aos 76.818 pontos.

BC propõe que fintechs atuem no microcrédito

O Globo, Eliane Oliveira e Geralda Doca, 17/ago

O Banco Central (BC) propôs uma série de modificações no microcrédito voltado para a atividade produtiva. Edital de consulta pública divulgado ontem, que terá duração de 30 dias, sugere, entre outras medidas, o aumento do valor máximo da operação, de R$ 15 mil para R$ 21 mil; e a inclusão das fintechs - como são conhecidas as start-ups que atuam na área de serviços financeiros - nessa modalidade de empréstimo, que tem como foco a população de baixa renda.

Falta emprego para 27,6 milhões no País, mostra IBGE

O Estado de S. Paulo online, Daniela Amorim, 16/ago

Falta trabalho hoje para 27,636 milhões de brasileiros. O dado corresponde ao divulgado nesta quinta-feira, 16, pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) trimestral, compilada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números são um retrato da situação do emprego no País no segundo trimestre de 2018 (abril, maio e junho). E o que se vê é que a taxa de subutilização da força de trabalho teve um ligeiro recuo no período, de 24,7% referente ao primeiro trimestre de 2018 para 24,6% do segundo trimestre.

Dólar avança 0,87%, a R$ 3,90, com efeito da crise da Turquia

O Globo, Ana Paula Ribeiro, 16/ago

Os mercados financeiros globais registraram ontem mais um dia de perdas provocadas pela onda de aversão a risco gerada pela crise turca. Os investidores repetiram o roteiro dos últimos dias: venderam ações e moedas, principalmente de países emergentes, e buscaram refúgio em títulos considerados mais seguros, como os papéis emitidos pelo governo dos Estados Unidos. No Brasil, o efeito Turquia fez com que o dólar fechasse em alta de 0,87% ante o real, cotado R$ 3,901.

 
 
 
 

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