Hoje na Imprensa

Governo pode alterar a meta fiscal deste ano

O Estado de S. Paulo, Adriana Fernandes, Idiana Tomazelli e Francisco Carlos de Assis, 26/jul

A área técnica do governo já discute internamente a possibilidade de precisar mudar a meta fiscal deste ano, que prevê um déficit de, no máximo, R$ 139 bilhões. A equipe econômica não tem mais margem para administrar frustrações de receitas e depende da concretização de um elevado volume de receitas extraordinárias previstas em programas de parcelamentos de dívidas e venda de ativos, como a "raspadinha".

Investidores locais voltam a apostar na queda do dólar

Valor Econômico, Lucas Hirata, 26/jul

Os investidores institucionais brasileiros voltaram a apostar na queda do dólar no mercado de derivativos cambiais, sinalizando maior disposição para assumir riscos. Desde o começo do mês, esses participantes vêm intensificando a atuação no lado vendedor, deixando para trás, aos poucos, a posição "comprada" originada no estouro da crise política.

Alta de 'commodities' compensa temor sobre meta, e Bolsa sobe 0,87%

O Globo, Ana Paula Ribeiro, 26/jul

A alta dos preços das commodities no mercado internacional ajudou a minimizar o temor dos investidores de que o governo tenha de rever a meta fiscal deste ano, levando o Ibovespa, principal índice de ações da B3 (antiga Bovespa), para o terreno positivo. O indicador avançou 0,87%, aos 65.667 pontos. Já o dólar comercial subiu 0,66%, a R$ 3,169, em um movimento de embolso de lucros, somado à preocupação com mudanças na área fiscal.

Saldo da balança comercial já supera US$ 40 bi no ano

Valor Econômico online, 25/jul

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,203 bilhões na terceira semana de julho, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). Neste mês, o saldo positivo tem sido crescente. Na primeira semana, houve superávit de US$ 1,041 bilhão e, na segunda semana, US$ 1,321 bilhão. Assim, no mês, o acumulado chega a US$ 4,566 bilhões.

FMI revê projeção de crescimento do Brasil

O Globo, Marcello Corrêa, 25/jul

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou, de 0,2% para 0,3% a projeção de crescimento da economia brasileira para este ano. A estimativa faz parte da revisão do relatório Panorama Econômico Global (WEO, na sigla em inglês), divulgada ontem. Já para 2018, o organismo reviu o cálculo para baixo: a previsão de crescimento passou de 1,7% para 1,3%. A última versão do WEO havia sido divulgada em abril.

 
 
 
 

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