Hoje na Imprensa

Superávit primário do governo central é o melhor para abril em 3 anos

Valor Econômico, Cristiane Bonfanti e Fabio Graner, 26/mai

O governo central - que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central - registrou superávit primário de R$ 12,570 bilhões em abril. Em igual mês de 2016, as contas do governo central haviam ficado positivas em R$ 9,822 bilhões. O resultado do mês passado foi o melhor em três anos para meses de abril.

FGV ainda vê juro em um dígito, mas ciclo menor

Valor Econômico, Alex Ribeiro, 26/mai

Economistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) ainda acham provável a taxa de juros cair a um dígito, mesmo depois da delação premiada que atingiu o presidente Michel Temer. Alguns deles consideram possível que a crise política tenha efeitos líquidos desinflacionários, obrigando o Banco Central (BC) a cortar a Selic mais que o previsto.

Fazenda costura com deputados novo texto para programa de regularização tributária

O Globo online, Bárbara Nascimento, 26/mai

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, se reuniu novamente com deputados nesta quinta-feira para tentar costurar um consenso para as regras do Programa de Regularização Tributária para empresas e pessoas físicas com débitos com a União. Segundo o relator da proposta, deputado Newton Cardoso Junior (PMDB/MG), o texto deve ser fechado até o dia 31 de maio, mas ainda existem divergências sobre os critérios adotados para a adesão ao parcelamento. Por isso, uma nova reunião está agendada para amanhã às 14 horas.

Goldman Sachs vê risco de o país sofrer uma nova recessão

O Globo, 25/mai

A manutenção da incerteza política ampla e de longa duração seria "altamente corrosiva" para os preços dos ativos e para a economia do Brasil, informou ontem o banco americano Goldman Sachs em relatório. Entre as consequências macroeconômicas, a instituição cita o risco de interrupção da recuperação econômica e, no extremo, haver o que chamam de "recessão em W", quando a economia sofre duas quedas bruscas entremeadas por um período breve de recuperação.

Produção industrial recua em abril

O Estado de S. Paulo., Fabrício de Castro, 25/mai

Após o avanço registrado em março, a produção industrial brasileira recuou em abril, segundo a Sondagem Industrial divulgada há pouco pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice que mede a evolução da produção ficou em 41,6 pontos em abril, o que representa uma queda de 8,2 pontos em relação ao registrado em março (54,8 pontos).

 
 
 
 

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