Hoje na Imprensa

Bolsa ganha fôlego com previsão de lucro maior

Valor Econômico, Juliana Machado e Lucinda Pinto, 23/jan

Se o crescimento sincronizado do mundo tem impulsionado o Ibovespa a sucessivos recordes desde o começo do ano, é nos fundamentos domésticos e seus efeitos sobre as expectativas de crescimento do lucro das empresas que os investidores vêm se fiando para acreditar que há espaço para valorização adicional.

Em 2017, quase 80% dos reajustes salariais ficaram acima da inflação

O Globo online, Economia, 23/jan

Em um movimento contrário dos últimos anos, o mercado de trabalho apresentou um cenário mais otimista em 2017: pisos salariais maiores, mais negociações com ganhos reais e uma queda do número de acordos com redução de jornada e de salários desenharam o panorama dos salários brasileiros no ano passado. O número de reajustes salariais acima da inflação em 2017, ou seja, com ganhos reais, foi de 79,5% - significativamente maior do que em 2016, quando o índice marcou 27,4%. É o que mostra o "Salariômetro", estudo elaborado desde 2007 pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Rombo histórico na Previdência

O Globo, Geralda Doca e Debora Bergamasco, 23/jan

O desequilíbrio dos regimes previdenciários, anunciado com destaque ontem pela manhã - esses números não costumam ser divulgados em entrevista coletiva, apenas pela internet - pelo secretário de Previdência, Marcelo Caetano, foi citado por vários integrantes do Executivo, no decorrer do dia, na tentativa de chamar a atenção sobre a necessidade da reforma. O Palácio do Planalto continua com dificuldade e ainda não tem os 308 votos exigidos para aprovar as mudanças. Pelas contas do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, ainda faltam 50 votos. Porém, o governo já decidiu que vai para o "tudo ou nada" em fevereiro. Colocará a matéria em votação, mesmo correndo o risco de perder.

Uma semana após rebaixamento, Tesouro capta US$ 1,5 bilhão

O Globo, Martha Beck, 19/jan

Uma semana depois de a agência de classificação de risco Standard; Poor's (S&P) rebaixar a nota do Brasil, o governo conseguiu captar US$ 1,5 bilhão no mercado internacional. O Tesouro Nacional emitiu, ontem, o título Global (denominado em dólares) com vencimento em 2047. Segundo integrantes da equipe econômica, o rebaixamento não afetou o apetite dos investidores pelo Brasil. Um sinal disso, afirmaram eles, foi que a taxa de retorno paga a quem comprou o papel foi de 5,6% ao ano. Em julho do ano passado, quando o Global 2047 foi lançado, o Tesouro captou o equivalente a US$ 1,5 bilhão com uma taxa de 5,875% ao ano.

Investidores aumentam apostas na alta do dólar

Valor Econômico, José de Castro e Lucas Hirata, 19/jan

Duas das classes de investidores mais sensíveis às expectativas para a taxa de câmbio têm ampliado apostas na alta do dólar recentemente. Números da B3 mostram que investidores institucionais e estrangeiros têm elevado a demanda por proteção à medida que se aproxima o julgamento de recurso do ex-presidente Lula, cujo resultado pode ameaçar os cenários mais benignos do mercado para a política econômica.

 
 
 
 

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