Hoje na Imprensa

Arrecadação cresce menos que o esperado

O Estado de S. Paulo, Idiana Tomazelli e Eduardo Rodrigues, 25/abr

A retomada na arrecadação de tributos federais perdeu força em março com a evolução mais lenta da atividade econômica. As receitas da União tiveram alta real de 3,95% no mês passado ante março de 2017, um desempenho aquém do verificado no primeiro bimestre deste ano, quando o crescimento ficou na casa dos 10%. Economistas citam as incertezas eleitorais como fator negativo sobre a atividade e, consequentemente, sobre as receitas do governo. Já a Receita Federal evitou relacionar o desempenho de março a uma tendência para o ano.

Em mais um dia de alta, dólar vai a R$ 3,468

O Globo, Rennan Setti e Gabriel Martins, 25/abr

O dólar comercial registrou ontem sua quarta alta consecutiva, avançando 0,49%, a R$ 3,468. Na máxima do dia, chegou a ser negociado a R$ 3,482. No ano, a valorização acumulada é de 4,67%. A moeda americana manteve-se, assim, no maior patamar desde dezembro de 2016, pressionada pelos títulos do Tesouro americano, cujos juros ultrapassaram os 3% pela primeira vez desde 2014. No mercado acionário, o índice Ibovespa caiu 0,16%, aos 85.469 pontos, seguindo as Bolsas americanas.

Nova MP para manter arrecadação

O Globo, Geralda Doca, 25/abr

Preocupado com uma queda na arrecadação e com um aumento do déficit da Previdência Social - estimado em quase R$ 200 bilhões este ano -, o governo cogita editar nova medida provisória (MP) para reintegrar à base de cálculo de impostos e contribuições as gratificações pagas aos trabalhadores em cargos de chefia e gerência, por exemplo. Com a queda da MP 808, que fazia ajustes na reforma trabalhista, esses abonos ficaram de fora dos encargos da folha de salários.

Sem MP da reforma trabalhista, volta a valer texto da lei; veja o que muda

O Estado de S. Paulo online, Fernando Nakagawa e Carla Araújo, 24/abr

Sem qualquer mobilização do Congresso Nacional, a medida provisória que alterava pontos da reforma trabalhista caducou na última segunda-feira, 23. Com isso, volta a valer, por exemplo, o que a nova legislação determina para itens como o trabalho insalubre de grávidas e lactantes. A lei, que entrou em vigor em novembro, não impede que elas trabalhem sujeitas à insalubridade. Governistas dizem que o Palácio do Planalto estaria estudando ajustes, mas a percepção é de que isso deve ficar em segundo plano com a agenda eleitoral.

Caixa reduz taxa de linha de capital de giro

Valor Econômico, Finanças, 24/abr

Depois de reduzir o juro do crédito habitacional para pessoas físicas, a Caixa Econômica Federal anuncia, nesta terça-feira, um corte em uma das principais modalidades para pessoa jurídica. A taxa da linha de capital de giro para médias e grandes empresas cai de 1,37% ao mês, ou 17,74% ao ano, para 0,85% ao mês, ou 10,69% ao ano. A redução é de 52 pontos percentuais, redução de 38%. A taxa média do mercado em fevereiro, segundo dados do BC, era de 18,7% ao ano (1,44% ao mês).

 
 
 
 

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