Hoje na Imprensa

Após encostar em R$ 3,21, dólar perde força e fecha em R$ 3,17

O Globo, Rennan Setti, 27/abr

O dólar comercial subiu pelo segundo dia consecutivo nesta quarta-feira, avançando 0,66% frente ao real, cotado a R$ 3,173 para venda. Assim como na véspera, o câmbio local seguiu o comportamento da divisa americana em escala global, que avançou com a expectativa sobre o plano que o governo dos Estados Unidos apresentou hoje para reduzir o imposto corporativo de 35% para 15%. Espera-se que o plano estimule a economia do país, sugerindo que uma elevação de juros mais intensa será necessária - o que tende a puxar o dólar para cima.

Crédito dá primeiros sinais de recuperação e juro começa a cair

Valor Econômico, Alex Ribeiro e Eduardo Campos, 27/abr

O mercado de crédito começa a sair do fundo do poço, com um leve crescimento do volume de operações em março e uma primeira queda nos juros e nos spreads bancários. A incipiente reação é reflexo da distensão monetária promovida pelo Banco Central (BC) desde fins de 2016, da reavaliação dos riscos pelas instituições financeiras num cenário de estabilização da atividade econômica e da desalavancagem e fortalecimento dos índices de confiança de famílias.

Mercado de trabalho frágil impõe viés de baixa à taxa Selic nos próximos anos

Valor Econômico, José de Castro, 27/abr

O mercado de trabalho pode ter uma recuperação muito mais lenta, o que reforça a perspectiva de inflação baixa e eleva a chance da Selic seguir em queda, podendo romper o nível dos 7% nos próximos anos. Essa discussão ganhou força depois de o Banco Central destacar, no último Relatório Trimestral de Inflação (RTI), os riscos de um cenário mais benigno para a inflação por causa de uma retomada mais vagarosa do emprego.

Contas externas têm superávit de US$ 1,4 bilhão, o maior desde 2005

O Globo, Gabriela Valente, 26/abr

Com o preço das 'commodities' como soja (foto) em alta, país teve melhor resultado para março desde 2005 -BRASÍLIA- Graças a uma alta dos preços internacionais das matérias-primas, o Brasil conseguiu fazer um ajuste ainda mais rápido nas suas contas externas. Com a ajuda do superávit da balança comercial, os números fecharam março no azul, pela primeira vez em quase um ano. As chamadas transações correntes - resultado de todas as trocas de serviços e do comércio do Brasil com o resto do mundo - tiveram superávit de US$ 1,4 bilhão, o melhor desempenho para meses de março desde 2005.

Ibovespa retoma os 65 mil pontos com ganhos de Vale e bolsas dos EUA

Valor Econômico, Chrystiane Silva e Denyse Godoy, 26/abr

A alta das bolsas americanas ajudou o Ibovespa a retomar o patamar dos 65 mil pontos, que não era atingido desde o início do mês. Os investidores estão otimistas com a possibilidade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar um plano de reforma tributária, o que deve favorecer as companhias americanas.

 
 
 
 

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