Notícias do setor

Incorporadoras ampliam receita e reduzem prejuízo

Valor Econômico, Chiara Quintão, 17/ago

O setor de incorporação apresentou resultados melhores, no segundo trimestre, na comparação anual, embora os números consolidados ainda apontem para prejuízo líquido de R$ 553,7 milhões, conforme levantamento do Valor. A perda foi reduzida em 60,8% como reflexo, na composição da receita e das margens, da diminuição dos distratos e da maior participação de empreendimentos das safras dos últimos anos, mais rentáveis.

Trabalhadores recebem parte do lucro do FGTS

O Estado de S. Paulo, Editorial Econômico, 17/ago

O FGTS obteve um lucro líquido de R$ 12,46 bilhões em 2017, dos quais R$ 6,23 bilhões serão creditados nas contas dos trabalhadores. O lucro é menor que o de 2016, que atingiu R$ 14,55 bilhões, mas é um indicador positivo do Fundo. O FGTS é a principal fonte de recursos para o financiamento da habitação popular pela Caixa Econômica Federal (CEF), responsável pela gestão do Fundo. Em 2017, foram aplicados R$ 219 bilhões com recursos do FGTS.

Menos vagas

Folha de São Paulo, Mercado Aberto, 17/ago

O nível de emprego na construção caiu 1,7% em junho, na comparação com o mesmo mês de 2017, segundo o Sinduscon-SP. Houve estabilidade em relação a maio.

IGP-M acelera alta a 0,67% na 2ª prévia de agosto, diz FGV

Extra, Stéfani Inouye, 17/ago

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 0,67 por cento na segunda prévia de agosto, sobre avanço de 0,53 por cento no mesmo período do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,36 por cento em julho, depois de subir 0,90 por cento antes.

Temer autoriza crédito do FGTS para Santas Casas

O Globo, Karla Gamba e Geralda Doca, 17/ago

O presidente Michel Temer assinou, ontem, medida provisória que autoriza o uso de recursos do FGTS para a abertura de uma linha de crédito para Santas Casas e hospitais filantrópicos. Para salvar esses estabelecimentos, que enfrentam dificuldades financeiras, o presidente teria ignorado pareceres técnicos do governo, incluindo a Caixa Econômica Federal, desaconselhando a medida. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) criticou a medida. "Vai restringir ainda mais o investimento e, consequentemente, a geração de empregos, agravando o quadro atual", disse, em nota.

 
 
 
 

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