Notícias do setor

Mão de obra mais cara pressiona inflação da construção no IGP-10 de janeiro

IstoÉ Dinheiro, Economia, 16/jan

O aumento nos custos da mão de obra pressionou a inflação da construção dentro do Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) de janeiro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-10) subiu 0,29% no primeiro mês de 2019, após uma elevação de 0,12% em dezembro de 2018. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços aumentou 0,33% em janeiro, ante o avanço de 0,26% registrado no mês anterior. Já o índice que representa o custo da Mão-de-Obra cresceu 0,25% em janeiro, após ter registrado estabilidade em dezembro (0,0%).

Ministério Público Federal quer mais agilidade na recuperação dos imóveis do 'Minha casa, minha vida' pela Caixa

Extra online, Economia, 17/jan

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação para que a Caixa Econômica Federal recupere mais rapidamente os imóveis do "Minha casa, minha vida" que estão em situação irregular. De acordo com o MPF, a demora no processo de regularização pela Caixa faz com que esses imóveis deixem de ser destinados às famílias a quem o programa de fato deveria atender.

Sem vista para o mar

Folha de São Paulo, Mercado Aberto, 17/jan

O valor dos aluguéis na cidade de São Paulo diminuiu 0,1% durante o ano de 2018, de acordo com dados do SecoviSP (sindicato da habitação). O IGP-M, índice de inflação mais comum no mercado imobiliário, teve alta de 7,54%. Os proprietários, no entanto, não têm conseguido aplicar esse percentual de correção por receio de perder o inquilino, segundo Rolando Mifano, vice-presidente de locação da entidade.

Estimativa de retorno baixa esfria venda de escritórios

Folha de São Paulo, Mercado Aberto, 17/jan

A baixa taxa de retorno estimada nas aquisições de escritórios tem reduzido o volume de transações, segundo consultorias imobiliárias. A estimativa, conhecida como "cap rate", é calculada pela divisão da receita líquida esperada com o empreendimento pelo seu valor de mercado. Ou seja, quanto mais caro o ativo, menor o índice. "A maioria das especulações de prédios comerciais inteiros ficam entre 7,5% e 9%, mas, na prática, para as transações ocorrerem, o patamar tem de ser menor", afirma José Silvério, da Colliers.

MRV e Vitacon criam startup e partem para mercado de locação de imóveis

Correio Braziliense, Economia, 17/jan

Parecem mercados concorrentes, mas não é no que acreditam MRV, maior construtora do país, e a paulista Vitacon, especializada em microapartamentos. As duas empresas estão investindo em um segmento de aluguel de imóveis. A MRV criou uma startup, a Luggo, apenas para atuar no setor de aluguel. O projeto-piloto foi lançado no fim do ano passado, em Belo Horizonte, assim que o empreendimento Luggo Cipreste, no Bairro Betânia, foi finalizado. Os apartamentos começaram a ser oferecidos ao mercado neste mês. A obra é da construtora mineira.

 
 
 
 

webTexto é um sistema online da Calepino

Matéria impressa a partir do site da Ademi Rio [http://www.ademi.org.br]