Historicamente associada a regiões mais afastadas dos grandes centros comerciais, a habitação acessível está avançando também sobre bairros mais estruturados do Rio de Janeiro. O movimento acompanha mudanças urbanísticas recentes, que têm atraído o interesse de construtoras para localidades com maior oferta de transporte, comércio e serviços.
Com presença consolidada em bairros tradicionais das zonas Norte e Oeste, a MRV acompanha a reconfiguração urbana da cidade com otimismo e vem ampliando sua atuação nessas regiões, onde opera há mais de duas décadas. A companhia prevê novos projetos em áreas já inseridas na dinâmica urbana do Rio, em linha com diretrizes do Plano Diretor, que incentivam o adensamento de locais com infraestrutura e mobilidade estabelecidas.
O cenário também reflete o fortalecimento do programa Minha Casa, Minha Vida, que hoje representa cerca de 92% do portfólio da MRV.
“A habitação acessível deixou de ser discutida apenas como expansão urbana e passou a fazer parte da estratégia de desenvolvimento das cidades. Quando se leva moradia para regiões com transporte, comércio e serviços já instalados, reduzem-se deslocamentos, amplia-se o acesso à infraestrutura e contribui-se para uma ocupação mais eficiente da cidade. Hoje, os projetos já nascem conectados à dinâmica urbana e à estrutura que esses bairros oferecem, impulsionados por um cenário mais favorável à habitação acessível”, afirma Alexandre Boffoni, Diretor de Desenvolvimento Imobiliário da MRV no Rio de Janeiro.
Na Zona Norte, a MRV iniciou operações em 2008, com o lançamento do Recanto dos Spazio Riverside, em Piedade. Desde então, já lançou quase nove mil unidades habitacionais em 13 bairros da região. Para este ano, a companhia prevê mais dois empreendimentos na capital fluminense: Ritmo de Pilares e Solar de Olarias, ambos localizados em regiões com acesso facilitado à mobilidade, ao comércio e a serviços.
Na Zona Oeste, a atuação acompanha o crescimento de bairros que vêm recebendo novos investimentos em infraestrutura e desenvolvimento regional. A região concentra um dos principais projetos da companhia no estado, o Cidade Sete Sóis, em Campo Grande, empreendimento inspirado no conceito de cidade inteligente, com previsão de cerca de seis mil moradias, além de investimentos em áreas verdes e soluções de infraestrutura urbana.
A MRV começou a atuar na Zona Oeste em 2010, com o lançamento do Park Riviera do Campo, em Senador Camará. Desde então, consolidou presença em bairros como Campo Grande, Pechincha, Taquara, Barra da Tijuca, Camorim e Santa Cruz. Ao longo desse período, lançou 27 empreendimentos na região, somando quase dez mil unidades habitacionais.
Atualização das regras urbanísticas
O processo de adensamento urbano e reorganização da ocupação do solo acompanha a atualização do marco regulatório da habitação de interesse social no Rio de Janeiro, sancionada neste ano. A nova legislação moderniza regras urbanísticas e amplia incentivos para empreendimentos ligados a programas como o Minha Casa, Minha Vida, priorizando regiões com maior oferta de transporte público e serviços urbanos.
Entre as mudanças previstas estão incentivos para a requalificação de imóveis e o parcelamento do solo em áreas urbanas consolidadas, além de flexibilizações específicas para regiões da Zona Oeste com menor densidade urbana. A legislação também reforça exigências ligadas à mobilidade, ao saneamento e a equipamentos públicos e prevê contrapartidas urbanas em grandes empreendimentos, fortalecendo a integração entre habitação, infraestrutura e planejamento urbano.
Sobre a MRV
Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Reconhecida como a maior construtora e incorporadora da América Latina, a companhia tem foco em empreendimentos residenciais acessíveis, voltados à realização do sonho da casa própria. A MRV já entregou mais de 500 mil unidades, impactando positivamente a vida de mais de 1,6 milhão de pessoas em todo o país.